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Blog do Raul

Saúde melhorou na era FHC !

Há nesse mundão virtual afora uma quantidade significativa de especialistas na crítica pela crítica aos governos do PSDB e do presidente Fernando Henrique Cardoso. Como ninguém é perfeito, todas são consideradas importantes, mas é impossível submergir quando é preciso reconhecer os seus avanços e conquistas para o Brasil e o seu povo. Outro dia ouvi o slogan da rádio CBN, que inteligência atrai gente inteligente. Este blog, que é um espaço democrático, pronto para o debate das idéias, pode ser também um depositário de contraposições, mas acho que a crítica contumaz, sem a apresentação de uma proposta que justifique uma perspectiva de melhorar as coisas, sem dúvida apenas ocupa espaço na memória do provedor. Acreditar que não houve melhora na saúde, durante os governos de FHC, pode estar restrita à oftalmologia, talvez.

Publiquei na sexta-feira, algumas sugestões para se rascunhar boas causas e as enumerei, seguindo orientação das palavras de FHC num seminário para vereadores de todo o Brasil. Não citei, contudo, que três das principais leis de iniciativa do seu governo tiveram a oposição e o voto contrário das oposições, inclusive do PT, com a orientação do seu maior comandante de então, Luiz Ignácio Lula da Silva: o FUNDEF – Fundo de Desenvolvimento da Educação e Valorização do Magistério; a LRF – Lei de Responsabilidade Fiscal e a CPMF – Contribuição Provisória sobre a Movimentação ou Transmissão de Valores e de Créditos e Direitos de Natureza Financeira.

Em qualquer balanço que se faça do período FHC, as conquistas decorrentes do FUNDEF, da LRF e da CPMF, foram essenciais, respectivamente, para a universalização do acesso ao ensino fundamental (97% das crianças de 7 a 14 foram matriculadas até 2002), para a responsabilidade dos administradores públicos em observar maior eficiência na aplicação dos recursos públicos sob sua gestão (também para não gastar além da própria arrecadação) e para tirar do papel o Sistema Único de Saúde – SUS.

Toda a dificuldade de obter verbas para a saúde em um contexto de dificuldades econômicas (no final de 1997, eclode a crise asiática; no ano seguinte, seria a vez da crise russa), obrigou o então ministro da Saúde, José Serra, a explicar sua posição favorável à não-vinculação orçamentária para o setor, se não tivessem aparecido três dezenas de vinculações constitucionais, em particular as que dizem respeito à Previdência Social e às aposentadorias governamentais.

Nesse contexto, o orçamento da saúde – o maior da federação – torna-se o favorito para os cortes. Por isso, para Serra, a vinculação passou a ser condição importante para que a saúde deixasse de ser a válvula de escape das crises, condição que, em certas condições, como em 1991 e em 1993, implicou aumentar as mortes de pessoas humildes em virtude da desassistência médica que decorreu de colapsos espetaculares dos recursos do SUS.

Segundo análise de André Singer sobre o tema "Saúde", no livro "A Era FHC um balanço", publicado em 2002, o governo Fernando Henrique "aumentou em cerca de 30% o gasto com saúde, quando o necessário seria aumentá-lo em 80%; com isso, impediu que o setor continuasse a se deteriorar. Na implantação do SUS, ocorreu efetiva descentralização do sistema, com mais de 90% dos municípios passando a se encarregar pelo menos do atendimento básico aos seus habitantes. A aceleração, a partir do segundo mandato, dos programas de Saúde da Família e de Agentes Comunitários, deve ser registrada também como esforço importante no sentido de deslocar a ênfase da ação estatal da cura para a prevenção".

Singer também destaca como fator positivo da ação governamental, o combate à Aids e a política de remédios. O então ministro José Serra estimulou a produção de medicamentos genéricos, em média 40% mais baratos do que os de marca e no começo de 2001, previa-se que 70% das necessidades da população pudessem ser preenchidas pelos genéricos, com grande impacto junto à população de menor renda.

Para quê ficar de olho no retrovisor eternamente? Olhar no retrovisor sem ter passado por um bom oftalmologista antes? Pior, sem querer enxergar e reconhecer os avanços num país que enfrentou problemas e gestões descomprometidas com o povo durante décadas!? Há pontos de partida, na economia, na educação, na rede de proteção social, na saúde, nas políticas agrícolas, na segurança… O quê falta para se tomar uma iniciativa? INICIATIVA, VONTADE POLÍTICA!

Entramos no sexto ano do governo Lula, agora sem a CPMF e sem qualquer outra fonte extra de recursos para o setor da Saúde, de volta à UTI, à espera de um governo que se preocupe verdadeiramente com ela. Se José Serra, pelo seu trabalho no governo FHC conquistou o título de "Melhor Ministro da Saúde do Mundo", não seria então o caso de considerar desde já a eleição de José Serra para a presidência da República em 2010. Reflitam comigo!

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10 comentários em “Saúde melhorou na era FHC !”

  1. Ernesto Donizete da Silva

    ALERTA A TODOS…

    Nova doença ameaça o povo brasileiro. A doença é gravíssima, já atingiu inúmeras pessoas, não há grupo de risco, todos podem ser vítimas. Assim companheiro Raul, peço que divulgue no seu blog para conhecimento: é a febre vermelha!!!

    Sim. A designação se deve ao fato de todos os infectados, nas crises, ficarem vermelhos…Sim, vermelhos de raiva, de indignação e de vergonha diante de tantos erros propalados na gestão atual do governo federal. E na área da saúde pública não poderia ser diferente… a vida do brasileiro não vale nada… morte é apenas um dado estatístico.

    Nosso povo clama por melhoria no atendimento hospitalar em todos os rincões do Brasil. A imprensa praticamente todos os dias noticia a dor, o sofrimento e a sensação de impotência daqueles que muitas vezes vêem seus entes queridos morrerem por falta de atendimento médico (quando há médico). O povo espera cerca de três, quatro, cinco meses para uma simples consulta e depois outro intervalo de tempo igual ou maior para realizar um exame, etc.

    Desta maneira, ou o sistema imunológico do paciente reage e o cura, ou simplesmente mais um brasileiro morre!!! Espero que o governo federal e demais entes da federação hajam de IMEDIATO para reverter esta situação, talvez com a aplicação da chamada emenda 29 e com a participação maior dos Estados e Municípios.

    Sabe Raul, a saúde melhorou com FHC e voltou a piorar com o PT e com relação à eleição de 2010 torço pelo PSDB, por acreditar na capacidade do Governador Serra, como administrador e pelo seu papel desempenhado quando da sua gestão no governo FHC. Assim, é lógico que espero vê-lo à frente da Presidência do Brasil (ou um outro tucano capacitado para tal – em prol do povo.) Só me preocupo, por ainda termos três anos pela frente e temo por cada vida brasileira que irá se perder se nada for feito de imediato.

    A vida se tornou para a grande maioria um produto econômico com valor, por isto, muitas vezes escutamos a vida não tem preço, vamos valorizar a vida, etc. A vida não se valoriza, mas sim é VALORADA, termo que possui sentido totalmente diferente. No dia que estivermos fazendo isto a situação muda.

    Ernesto Donizete da Silva
    PSDB/SANTOS

  2. Acho que todo governante deveria ser obrigado a utilizar o serviço público de saúde e educação pra si e pra sua família durante seu governo, sabe?

    A saúde pode ter melhorado no governo do seu amigo FHC mas está muito longe de atender com dignidade as necessidades básicas da população.
    O PT também não avançou nessa área.
    Precisamos de maissssssssssss!!! Muuiiito mais investimentos.Só pra citar uma das necessidades, a pesquisa com células tronco precisa de investimentos maiores. Se com isso pessoas puderem voltar a enxergar…a andar, isso era pra ontem!!!

    Acho que de modo geral, a classe política fica tão envolvida com debates e estratégias pra se manter no poder, que acabam esquecendo que são eleitos pelo povo para trabalharem a fim de melhorar a vida dessas pessoas…

    Os discursos vão se aperfeiçoando, políticos idealistas tornam-se dissimulados e o povo… O Povo?
    O povo é sempre um bom merchandising pra qualquer partido, e é só!
    [email protected]

  3. …Caro amigo Raul,

    Se é verdade que na gestão de Serra como ministro da Saúde surgiram os genéricos, possibilitando com isso que a maioria dos brasileiros tivessem acesso aos medicamentos com preços mais acessíveis, é verdade também que parou nisso, como se todos os problemas da saúde estivessem resolvidos! A CPMF foi criada na gestão tucana p/ conseguir recursos que seriam investidos na saúde popular ( SUS). Tenho algumas perguntas: por que o Jatene pediu demissão? Por que agora, em 2007, os tucanos e seus aliados lutaram tanto para acabar com a CPMF? A saúde já não precisa mais de recursos extras? Ou seja, já está em um nível de Primeiro Mundo? Ou será pq. os tucanos são oposição e quem defendia a manutenção do referido imposto era o atual governo? Por que será que nos 8 anos no governo federal os tucanos não melhoraram significamente a saúde??? Como já disse antes, leva-se meses para conseguir uma simples ultrassonografia, um exame na área de otorrino, etc. Todos estes políticos veteranos, pelo menos a maioria, estudaram em escola públicas de qualidade no antigo ginásio e colegial, mas hoje, seus filhos e netos estudam em escolas particulares pq. as públicas estão ruins, com professores ganhando mal, desestimulados, em escolas de lata, etc. Ah, a saúde! É bom lembrar que aqueles que estão no poder, não importa a sigla partidária, não usam o SUS. Têm planos de saúde, usam o Sírio-Libanês, o Albert Einstein e outros de referência mas particulares, logo, não sabem na pele o que é usar o SUS. Críticas, Raul, são necessárias para que se mantenha os pés no chão, para que não se fantasie uma realidade, pois sonhos são fundamentais em todos os projetos, já que dos sonhos é que se começam a fincar os alicerces de uma sociedade mais justa e igualitária. Mas de sonhos, não fantasias e usos de números que mostrem apenas aquilo que se quer divulgar. Eleições tendem a mascarar realidades, caro Raul. E isso todos os partidos fazem. é fundamental que a população tenha senso crítico e saiba refletir, julgar, escolher governantes capazes, mas também sempre participando ativamente das decisões políticas, para enfim constuir uma verdadeira Nação. Abs.

  4. Concordo que o Governador Serra será o principal candidato a Presidente em 2010, mais não podemos esquecer que o Brasil não tá ruim sòmente no atendimento a Saúde Pública. Na Educação Na segurança e na geração de emprêgo.
    Com crise ou sem crise, seja ela externa ou interna, que mais sofre as consequências são os trabalhadores, os aposentados , os sub empregados, os desempregados, esses sim é que além de todo sofrimento ainda são quem paga a conta, pois os mais abastados, como a classe média alta, e mais meia dúzia de detentores de todo capital que aquesse a economia do País, não existe tempo ruim, muito pelo contrário, quanto pior melhor para especularem.
    Não podemos esquecer que em 2001, faltaram apoios tucanos ao candidato Serra, e que o Partido ainda precisa ganhar várias Prefeituras nas eleições de 2008, para de fato se fortalecer e com issso, entrar na disputa presidencial prá vencer.
    Raul, basta querer. Em Santos estamos com você!

  5. Fernando Henrique para o Prêmio Nobel

    O povo brasileiro deveria ser grato e justo com aquele que implantou no Brasil inteiro o melhor programa de distribuição de renda de todos os tempos.
    Esse ilustre brasileiro participou da criação do Plano Real que estabilizou a economia do país, iniciou um processo de valorização do Salário Mínimo que contriubuiu para a recuperação da renda de trabalhadores e aposentados e, principalmente, desenvolveu um amplo programa de distribuição de renda para a população carente.

    A idéia do senador Cristóvão Buarque, Bolsa Escola, (que Lula e os petistas chamavam de bolsa esmola) aliada a outros programas sociais, merecem o nosso aplauso.
    Por isso, eu acho que o nome de Fernando Henrique Cardoso deveria ser indicado para o Prêmio Nobel, por seu brilhante desempenho nas áreas econômica e social durante o seu mandato de presidente.

    Infelizmente, após o seu governo, tudo foi desvirtuado e corrompido, por isso deveríamos fazer a indicação enquanto é tempo de reverter todas as ações equivocadas que se seguiram, recuperar a honra do povo brasileiro e corrigir todos os erros que estão ocorrendo, antes que tudo esteja perdido.

    Espero que pessoas mal-intencionadas (mau-caráter) não resolvam aplicar minha idéia com quem não merece.

    Não vale indicar “plagiador” das idéias dos outros.
    Não vale indicar gente invejosa, que só imita o que os outros fazem.

    É preciso ter cuidado com o clone de Lampião.

    Ele não “se equivoca” somente com o dinheiro do povo, “comete erros”,também, com idéias e ações, e ainda usa o nosso dinheiro para fazer propaganda.

    Desculpe-me se ficou confuso, é que eu procurei usar sinônimos.

  6. Desculpe, mais não consego calar diante da colocação de que o Presidente FHC, deveria ser indicado para receber o Prêmio Nobel.
    Não só ele não merece, como também os que o antecederam , fizeram coisas boas . Mais também fizeram muita besteira. O atual então nem se fala. Não fêz nada, não vê nada e não sabe de nada.
    Merecedor de todos os prêmios, são os que conseguem sobreviver com esse salário mínimo que se paga no Brasil, e são honestos e cidadaos de bem. Os trabalhadores !

  7. Olegário Penã Nova

    Alguém aí está com a Dengue? FHC recebendo o prêmio Nobel? Ele deveria ir para a cadeia. Quem disse que ele é o pai do Real?

  8. Olegário Penã Nova

    Segundo pesquisa do Almanaque Abril de 2001 publicado no livro A Era FHC um Balanço, editado em 2002 pela Cultura Editores Associados, pág. 508: Mostra com clareza o número de casos de dengue registrados no país.

    Em 1991 houve 97.209 casos.
    Em 1992 houve 333.333 casos.
    Em 1993 houve 7.086 casos
    Em 1994 houve 56.621 casos
    Em 1995 houve 128.619 casos
    Em 1996 houve 183.418 casos
    Em 1997 houve 254.942 casos
    Em 1998 houve 536.398 casos
    Em 1999 houve 211.267 casos
    Em 2000 houve 172.771 casos. Até setembro. Não estão computados os meses de outubro, novembro e dezembro onde os casos da incidência da doença geralmente são maiores.

    Segundo o autor, a dengue se instalou no Brasil em 1982 e em 1986 foram registrados 430 mil casos. Pág. 525.

    Abaixo os motivos e os verdadeiros culpados pela proliferação da dengue no país. O resto foi conseqüência. De acordo com o jornal do SINDPETRO (Sindicato dos Petroleiros):

    Surto de Dengue é resultado do desmonte da saúde pública promovido por FHC e José Serra
    No Estado do Rio de janeiro, 33.671 pessoas já contraíram dengue, com 14 mortos. Do total de casos, 577 são hemorrágicos (forma mais grave). Somente entre a segunda e a terça-feira desta semana, mais mil novos casos foram notificados, segundo dados da Secretaria Municipal de Saúde (SMS). Considerando o fato de que muitos outros casos da doença não foram notificados e que ainda não se tem o número total de casos no resto do país, pode-se concluir pela existência de uma verdadeira pandemia. A culpa, certamente, não é da população, apavorada pela possibilidade de adoecer. A culpa é da política de desmonte da saúde pública no Brasil, implementada pelo governo FHC nos últimos anos, através do ministro da “saúde”, José Serra (PSDB-SP). No Rio de Janeiro, esta política de desmonte da saúde pública é executada por César Maia. A prefeitura dá tanta “importância” Ã saúde que, para a SMS, nomeou o banqueiro Ronaldo César Coelho, aquele que, no início de janeiro, tentou culpar a população do Rio pela epidemia.

    FHC e José Serra cometeram genocídio contra a população ao demitirem mata-mosquitos em 99
    Os 14 mortos até o momento devem ser debitados na conta do governo Fernando Henrique, incluindo o ministro José Serra. Em 1999, eles demitiram 5.792 guardas de endemia (conhecidos como mata-mosquitos) da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) que faziam a profilaxia da Dengue no Rio de Janeiro. Com isto, interrompeu-se um trabalho de controle dos focos do Aedes Aegypti que, para ter eficácia preventiva, deve ser contínuo. O resultado está aí: 14 mortos e milhares de novos casos a cada dia. Qualquer um de nós pode ser o próximo. E a culpa é de Serra e FHC.
    Além de ser parte da política de desmonte da saúde pública, a demissão dos mata-mosquitos no Rio de Janeiro se deu porque aqueles trabalhadores eram justamente os que mais resistiam a esse desmonte. Por isso que, recentemente, o governo FHC preferiu convocar mata-mosquitos de outros estados para virem ao Rio do que reintegrar os demitidos de 1999. Resultado: mais atraso no combate ao Dengue.

    Governo extingue Funasa e quer demitir 90% dos mata-mosquitos no país
    Através da Medida Provisória (MP) nº 33, de 19 de fevereiro de 2002, o governo FHC extinguiu a FUNASA e criou, em seu lugar, a Agência Federal de Prevenção e Controle de Doenças (APEC). Com a extinção da Funasa, a intenção de FHC e José Serra é aproveitar na APEC apenas 3 mil trabalhadores do total de aproximadamente 40 mil lotados na extinta Fundação. Ou seja: a resposta de FHC e Serra para o surto de Dengue é mais demissões e sucateamento na saúde.
    Trabalhadores ocupam sede da Funasa e fazem ato nesta sexta-feira
    Na terça-feira, 19/02, os mata-mosquitos demitidos em 99 ocuparam a sede da extinta Funasa para exigir que o governo cumpra sentença do TRF que manda reintegrá-los ao trabalho. A CUT e sindicatos de servidores públicos estão convocando grande ato nesta sexta, 22/02, para denunciar o desmonte do serviço público. A concentração será as 16 h, na Candelária, com passeata até a Cinelândia.
    Todo apoio aos mata-mosquitos. Fora Serra e FHC.

  9. Antonio Costa

    É inegável que o governo FHC representou um avanço social, também o que houve antes era o caos. Mas julgá-lo merecedor de um Nobel? FHC não passa de um bom professor de sociologia, nem teorias sociais criou pessoalmente que o possam comparar a um Darci Ribeiro, por exemplo. Quanto ao alarde do seu compromisso com a saúde e o valor de José Serra, não é mais que uma promoção de um político de pouco valor, mas do agrado da cúpula do PSDB. José Serra estava para FHC, como Dilma está para Lula. Isto quer dizer seus promotores políticos, ambos presidentes, tentam a atribuir-lhes programas que não têm capacidade para fazer. O Serra assinou a lei dos genéricos, os programas ligados ao HIV/AIDS, que lhe derão fama, mas foram preparados pelos médicos que o precederam e foram fritados para lhe dar lugar. Basta acompanhar o desmonte que Serra faz por onde passa dos programas sociais. Basta pensar no seu sucessor na prefeitura de São Paulo, e reconhecer que ambos podem ser bons “síndicos de condomínio”, atendendo as elites, mas sem jamais pensar nos pobres e trabalhadores. Exalta-se a capacidade do Serra como ministro da Saúde e esconde-se que o seu governo é um dos maiores obstáculos ao SUS, seja na valorização, seja na distribuição. – Ainda a propósito de saúde, o Progrma de Saúde da Família não tem origem no governo FHC, mas sim no governo Itamar Franco. Desculpem, mas mais uma vez o mérito é do antecessor que se quer sempre esquecer. Você, Raul,um jornalista deve estar mais comprometido com a verdade dos fatos. Infelizmente, muitas e muitas vezes, vejo com tristeza que os jornalistas são cada vez mais ideológicos que transparentes.

  10. Discurso fanático… Deixa ele com os explosivos amarrados no peito e vamos embora que ele mesmo se encarrega de detonar…

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