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Blog do Raul

“Militante” infiel sofre muito

Fico imaginando o grau de "sofrimento" dos parlamentares infiéis que mudaram de partido e também daqueles que esperaram a decisão do STF (Supremo Tribunal Federal), sobre os pedidos do PSDB, PPS e DEM para resgatar os mandatos dos deputados que saíram para outras legendas. O julgamento foi adiado no começo da noite de hoje para amanhã, justamente na véspera do dia "D" (para disputar as próximas eleições municipais, o prazo de filiação acaba dia 5 de outubro, um ano antes do pleito). 

Logo cedo ouvi entrevista do advogado Tito Costa, especialista em Direito Eleitoral, que a medida atingirá apenas os 23 infiéis dos três partidos que promovem essa ação. Mas há controvérsia: outros especialistas consideram que a soma de atingidos chega a 46, mas há opiniões que indicam todos quantos trocarem de partidos desde a diplomação em dezembro do ano passado.

Pelo sim, pelo não, o único caminho para resolver definitivamente esse assunto passa pela Reforma Política, porque não há mais tempo para reeducar tantos militantes sobre os ideais ideológicos e doutrinários, além de conquistar a convicção deles. Vamos esperar mais um pouco para ver. 

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6 comentários em ““Militante” infiel sofre muito”

  1. Reforma política com esse congresso e com esse governo?!? só se for para garantir mais uma reeleição…

  2. boa noite RAUL!!!
    quem muda? as pessoas ou o partido? cada caso um caso,eu sou tucano(minha 1ª filiaçao),porem se a direçao do PSDB local tomar um “novo rumo”q fazer? Cada municipio um caso… cada cabeça uma sentença…

  3. Raul,

    Devemos exigir cassação de mandato para aqueles que trocam de partido. Mas fidelidade partidária exige partidos de fato. Não teremos isso enquanto dirigentes partidários não tiverem compromissos com os candidados escolhidos em convenção partidária. Enquanto governantes não tiverem compromisso com o programa de governo. Enquanto os diretórios partidários não forem reais e independentes instâncias de decisão política.

    Parlamentarismo já!

    E parabéns por esse incrível blog. Estou acompanhando todos artigos.

  4. Délia Guelman

    O pior, Raul, é quando os militantes que sempre tiveram paixão, que sempre vestiram a camisa do partido, mesmo sem nenhuma ambição política, mas por acreditar nos ideais do partido e, principalmente, das pessoas, se decepcionam…Este é o meu caso e de muitos mais, tenho certeza!
    Beijoca

  5. Amigo Raul.
    Pelos comentários, os políticos idealistas estão muito desanimados (pudera, depois de tantos arrepios de leis nos três Poderes) então vamos pro “alia jacta est” em um simples comentário, meio “viagem”, e meio em mensagem.
    Contra os latidundiários políticos no fértil campo do capitalismo global, só mesmo se criarmos um M.S.T.E.D. (Movimento Sem Terra “Epistemológica e Doxa” kkkk), pra agirmos por revolução cultural no Campo das Idéias e da Realidade o que se faz urgente rehumanizarmos nos textos, nos valores e nos comportamentos logo…Ações Políticas.
    na Sociedade, essa sim, carente axiologiamente, da auto- estima e do coletivismo cooperativo nacional partidário. A ONU é anarco-tribal estatutáriamente, funcionando por convênios efetivos e é um ótimo referencial de Paz em Fraternidade para os Povos (Nações, não, Estados). Nós, brasileiros, os reais tropicalistas dos meio ambientes inteiros deveríamos agir no sentido de revalorizações. O tropicalismo há 40 anos (1967) atrás, preconizava rumos novos, nas valorações à globalizaçação e seus efeitos iminentes na comunicação social devastantes estimulando contra-partidas nacionais por excelência né?
    Posso estar radicalizando, mas, nosso combate socialista libertário e democrático deve ter no PSDB a leal bandeira real, de uma Nação justa, na busca do aperfeiçoamento de um Estado ideal e moral, governado pelos altos princípios da Sabedoria e não dos imediatismos por vantagens pessoais
    nesses atuais desmandos dessa “santa” ignorância que nos norteiam e regem pró subdesnvolvimento e insegurança total
    Ivan Alvim

  6. Caro Raul, espero que o STF ponha ordem na Casa (Câmara dos Deputados) enquanto ainda é tempo e casse o mandato dos deputados cooptados pelo poder econômico e político, senão a sociedade haverá de uma forma ou de outra fazer a esperada justiça.
    Sou favorável a fidelidade partidária e a lista fechada, mas desde que os partidos tenham critérios e ética na escolha dos candidatos, aí que está o problema, não acha?
    Milton

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