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Blog do Raul

Estarei na TV Jornal da Orla, no final de semana !

Neste final de semana, em diversos horários e canais de televisão diferentes na Baixada Santista e no Litoral, participarei como entrevistado do programa Jornal da Orla na TV, ancorado pelo jornalista Edison Carpentieri. O consumo excessivo de água no último final de semana da passagem de ano, os investimentos da Sabesp para aumentar a capacidade de produção e reservação desse líquido precioso, e os benefícios do Programa Onda Limpa de recuperação ambiental da Baixada Santista, são temas que compõem a pauta de Carpentieri, editor-chefe do Jornal da Orla. Nos finalmentes da entrevista, um pouco da articulação do PSDB regional para as eleições municipais de 2008.

Se você, leitor, estiver na região compreendida entre Peruíbe (Baixada Santista) e Ubatuba (Litoral Norte), conto com a sua audiência nas seguintes emissoras e horários onde o programa Jornal da Orla na TV é transmitido:

  • NET CIDADEantiga Vivax – Sexta-feira às 13h30; Sábado às 13h30 e Domingo às 10h30;
  • TV COM – Canal 11 – Net – Sexta-feira às 20h00; Sábado às 19h30 e Domingo às 09h30;
  • TV SANTA CECÍLIA – Domingo às 02h30 e às 12h00;
  • TV MAR / RECORD SANTOS – Domingo às 10h30.
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4 comentários em “Estarei na TV Jornal da Orla, no final de semana !”

  1. sueli correa

    Que pena que não estarei na Baixada!
    Mas você poderá explicar à população por que faltou água em Praia Grande, São Vicente e em outras cidades do litoral que são atendidas pela Sabesp?

  2. Sílvio Amado Gonçalves

    Prezado Raul.
    Boa Tarde!

    Já que o assunto e água (falta) e consumo escessivo, pergunto A Baixada Santista, como um todo, sofre um “bum” imobiliário, estará a Sabesp preocupada no abastecimento de água para a população em geral?
    Outra, pergunta, o Sr. já observou que o transito de Santos, esta caótico e a PMS/CET nada tem feito para melhorar o fluxo de veiculos.
    Abraços,

    SILVIO AMADO GONÇALVES
    [email protected]

  3. Em Novembro o Sr comentou a indicação de Edmur Mesquita p/ assumir um cargo na Fundação Casa. Várias pessoas acharam válida a indicação outras não, inclusive eu, pois na minha opinião marginal assassino independente da idade tem que ser punido e isso não ocorre na Fundação Casa. Conheço parentes das pessoas que estavam na virada do Ano na casa em Camburi que foi invadida “pela criancinha” desamparada pela sociedade ele foi cruel e frio ao assassinar um pai de família que não se moveu no momento da invassão apenas disse que a “criancinha” tivesse calma e levasse o que ele estiesse afim. Levou a vida de um ser humano que sustentava essa corja incompetente que está no poder a nível federal,estadual e municipal. Em tempo a “criancinha” foi recolhida no dia seguinte, pois já era conhecida dos policiais e já tinha invadido a mesma casa no início do ano. O Sr Edmur Mesquita com seu estilo monge budista bem que poderia levar essa “criança desamparada” p/ trabalhar em sua casa, levar sua família p/ passear. pois segundo os responsáveis pela fundação cas essas crianças não merecem punição e sim uma chance na vida.

  4. Luzimar Vergueiro

    O que o Sr. Edmur Mesquita está falando sobre a Fundação Casa não passa de um discurso, pelo menos segundo minha experiência vivida na mesma. A prática é bem diferente. O serviço continua funcionando em condições precárias tanto quanto ao relacionamento humano como as condições físicas. Passei no concurso de 2006 em segundo lugar para o cargo de Analista técnico- enfermeira fui duramente perseguida pela supervisora do NAISA (Núcleo de Apoio Integral a Saúde do Adolescente) Enfermeira Nilda de Fátima Almeida. Inicialmente exigiu que eu tirasse licença na Fundação para dirigir o carro do NAISA por falta de motorista. Não aceitei, pois sofro de fotofobia que me prejudica dirigir no horário crepuscular e a noite. Além do que, qualquer dano causado no veículo é responsabilidade do funcionário e fui contratada para o cargo de ANALISTA TÈCNICO – ENFERMEIRA. Diante dessa situação, ela quis me obrigar a visitar as Unidades com o meu dinheiro, para ser reposto num outro momento pela Fundação sem data prevista. Cheguei a ser coagida na rodoviária de São Paulo a tirar dinheiro da minha conta corrente (cheque especial)para fazer supervisão nas Unidades de Campinas, pois se assim não fizesse perderia o dia de trabalho. Ainda tive que arcar com as despesas da minha alimentação pois o ticket refeição oferecido pela Fundação Casa não é aceito em muitos lugares. Durante a supervisão com a referida enfermeira Nilda, que estava me “treinando” segundo a filosofia da Fundação senti muito mal. Quando chegamos nos banheiros, ela foi grosseira, ríspida e falava em alta voz e repetitivamente para os Agentes de Segurança que aquilo estava nojento, nem no filme Carandiru as latrinas eram tão sujas. Alguns adolescentes ouviram e olhavam desafiadoramente para nós. Até que um adolescente bem próximo de mim e disse a SUPERVISORA ENF. NILDA: Senhora o banho é as 16h e depois disso é que limpamos o banheiro. No mesmo tom e agressividade, ela disse que aquela sujeira era antiga e que na próxima Supervisão queria tudo limpo. Saí dali muito mal, com intensa dor de cabeça, fui ao banheiro e cai no pranto diante de tanta falta de respeito com os funcionários e adolescentes. Na verdade eram medidas necessárias, mas na minha experiência profissional de 26 anos nunca tratei nem trataria um funcionário ou um cliente dessa forma: conversaria depois e orientaria a forma adequada. No outro dia acordei com a mesma dor de cabeça, dor na nuca e fui atendida na Clínica da Intermédica com pressão arterial alta, tive que ser medicada através de medicação intravenosa.
    Esse é um pequeno exemplo do assédio moral que sofri na Fundação Casa. Não é necessário dizer que foi rescisão meu contrato, estava no período de experiência ou probatório, mesmo estando com a saúde em frangalhos: hipertensão, problema renal, problemas psiquiátricos traumáticos, depressão e síndrome do pânico, em função da pressão, coerção, conduta inadequada da Supervisora. Ainda bem que o adolescente se conteve, também estava acompanhado de três ou quatro Agentes de segurança.
    Não fui avisada da rescisão do contrato pessoalmente, nem por qualquer outro meio. Tive outra crise hipertensiva quando fui ao RH na Sede em SP, no dia 27/12 e o Sr. Carlos, grosseiramente e mais uma vez aos gritos disse-me o que eu queria, pois já estava desligada da Fundação desde o dia 15/12. Detalhe dia 26 havia conversado por telefone com o Diretor da Regional Central Vale por mais de 20 minutos e ele não foi capaz de me avisar da rescisão do contrato. Com esse mesmo diretor fui conversar sobre a pressão que estava sofrendo para viajar com o meu dinheiro, ele me disse que não deveria fazer isso, mas não foi capaz de comunicar a Supervisora Nilda que continuou me pressionando. Não suportando mais retornei ao médico que me deu licença médica pq estava sendo afetada física e psiquicamente. A parte física poderia ser irreversível, pois sou nefrectomizada (retirada de um rim) há 19anos e a alteração de pressão estava comprometendo meu único rim e a conseqüência poderia ser a hemodiálise.
    Sei que é uma situação particular, mas que pode mostrar a “política humana” defendida pela atual presidente DRa Berenice e apregoada numa Semana de Capacitação que passamos na entrada da Fundação. Pelo que assisti, posso afirmar que o discurso é um e a prática é outra.
    Outra questão que observei na Fundação é que embora seja proibido o uso de cigarro por menores, na Fundação isso não acontece. Tanto os funcionários como os alunos fumam, não posso afirmar que seja em todas as Unidades, mas nas que visitei na DRCVALE observei o uso de cigarros. Quando indaguei sobre a questão, responderam evasivamente e alegaram que é uma forma de deixá-los mais calmos, pois já estão sem droga, sem vida sexual. Em minha opinião ao invés de ser permitido o uso de cigarro para “acalmá-los” seria necessário um tratamento psicológico regular. A grande maioria dos psicólogos está em cargos de supervisão e os que estão lotados nas Unidades acompanham o processo e não o adolescente, ou seja, comunicam os adolescentes do desenvolvimento do processo judicial.
    Outra preocupação e acredito que as autoridades e a população podem intervir é sobre as condições das novas “CASAS” estam sendo construídas em condições precárias, como as Casas I e II de Anhanguera a de Rio Claro, que com menos de 2 anos de construção estão apresentando vazamentos e segundo um dos diretores nos disse em off que estão correndo risco de desmoronamento. Dá para imaginar o que acontecerá com os adolescentes, não é? Por favor: Imprensa, Comunidade investiguem, visitem as CASAS, parece-me que a mesma construtora é que continuará construindo as novas CASAS e com o dinheiro público.
    Por falar em dinheiro público, as pessoas que ocupam cargos de chefia, supervisão etc. possuem os famosos CARTÕES bancários e nas Unidades sempre falta dinheiro por isso Supervisora Nilda (ela também tem cartão) queria que eu arcasse com as despesas do trabalho. Talvez estejam recebendo pouco dinheiro, merece também atenção da comunidade, pois não é possível realizar atividades sócio-educativas sem dinheiro, qualquer profissional da área sabe disso. Exigir que o funcionário utilize seu dinheiro para trabalhar é imoral, ilegal.
    Não sinto nomes porque presenciei uma administração autoritária, coerciva e não quero prejudicar ninguém e nem a mim, pois se os mesmos forem chamados para confirmar poderão sentir-se intimidados e medo de perder o trabalho, tão difícil nos tempos atuais.
    Espero tb não receber mais nenhuma retaliação da Fundação CASA e conto com a Imprensa e o Jornal da Orla.

    Sugestão: não seria possível no programa na TV abrirem um espaço para o telespectador falar com o entrevistado? Senti muita falta disso hoje.

    Coloco-me à disposição e agradeço a oportunidade.
    Luzimar Serpa Vergueiro
    TEl. 13 32276246
    11 83370950

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