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Blog do Raul

“Chegados” e Partidos !

A paródia do filme americano "Chegadas e Partidas" não fica apenas no título, mas também na parte principal do seu roteiro, quando conta a história de um jornalista que retorna às suas origens para recomeçar a sua vida com as mesmas crenças e referências do seu passado. Tomei a decisão de escrever este texto, após a recomendação do leitor deste blog, Betão, que lesse o artigo "Partidos e homens partidos", do professor de Teoria Política da Unesp, Marco Aurélio Nogueira, publicado na edição de ontem do jornal O Estado de São Paulo.

No meio de tantas dificuldades para explicar os rumos da vida política nacional, apesar do exercício quase que diário neste blog, o texto de Marco Aurélio Nogueira é um achado, pela propriedade do seu conteúdo e exatidão nos flashes do cotidiano das chegadas de novos militantes e ideais, num contexto partidário que não oferece nenhum tipo de atração senão àqueles que buscam apenas realizar seus projetos pessoais. Para não me fixar apenas na reflexão das suas palavras, avancei um pouco nas leituras do artigo da jornalista Dora Kramer, intitulado "Tempos difíceis", na mesma edição do jornal, e das considerações do sociólogo e pesquisador Alberto Carlos Almeida, em seu livro "A Cabeça do Eleitor".

Compartilho com você o extrato dessas leituras, com alguns comentários pertinentes a essa viagem, instigando-o a pensar na hipótese de reconstituir um tipo de movimento de unidade progressista, que há 20 anos fez a diferença no meio das dúvidas e dos comportamentos políticos presentes na Assembléia Nacional Constituinte. Não se trata de um bloco de insatisfeitos e reacionários com os rumos da política brasileira, mas de um agrupamento em busca respostas na forma de se fazer política conciliando história e ideais, ética e respeito, para citar alguns exemplos fundamentais.

No início do artigo, Marco Aurélio constata que "os partidos políticos sempre se caracterizam pela divisão interna. Mesmo quando monoliticamente constituídos, são associações plurais, cortadas por distinções muitas vezes marcantes. Por existirem em função da conquista e da manutenção do poder, tudo neles adquire grande dose de tensão, virulência e dramaticidade. Como são compostos por diferentes grupos e pessoas podem ser guiados mais por interesses e projetos particulares do que por orientações coletivas".

Ou: "Tanto são divididos os partidos que boa parte de sua rotina é dedicada a compor consensos e unificar interesses". Mas esse procedimento reforça a necessidade da democracia interna, que é o único caminho para fazer com que as lutas internas num partido terminem sem sangue, expulsões e dissidências; isso quando a dinâmica interna e a conduta pública do partido estiverem impregnadas de idéias e princípios profundos.

Marco Aurélio toca nas feridas ao denunciar a falta de idéias e princípios profundos, que justificariam uma divergência de fundo. Elas inexistem e dão lugar às brigas "por migalhas, por postulações pessoais, por pretensões eleitorais… Ainda quando divididos, raramente os partidos cometem suicídio. Chegam mesmo a alcançar alguma unidade de ação quando se trata de aumentar a força de seus candidatos".

Dora Kramer ilustra o seu texto com um exemplo inglês, que ela pinçou de uma avaliação do cientista político Antonio Lavareda, sobre a atuação dos partidos de oposição no Brasil. Os dirigentes partidários atuais ficam repetindo ações burocráticas, longe da capacidade de interpretação da vontade das bases dos partidos, justamente porque não estão orientados em diretrizes doutrinárias e programáticas. Com as portas abertas para a ocupação de espaços políticos e estratégias eleitorais, todo dia chega uma alma nova num partido, apesar dos seus antecedentes históricos (companhias, atividades, alianças, modo de ver as coisas, mudanças contínuas de partidos) simplesmente ignorados.

Não há, como reafirma Marco Aurélio Nogueira, preocupação dos dirigentes, que se dedicam na manutenção do funcionamento dos partidos, "em lhes dar oxigênio da melhor qualidade. Deveriam provê-los de idéias claras, identidades e estratégias consistentes, paixão cívica e visão que ultrapasse a dimensão do poder. Coisas que estão uma camada acima do chão operacional e rotineiro da política".

Por isso resta, a meu ver, uma refundação de nossos princípios. Os leitores iniciados, com militância política antiga ou que desfrutam dos momentos atuais, logo entenderão esta assertiva. Tucanos como eu precisam repetir o caminho do Partido Conservador inglês, que "reformulou sua estrutura interna, abriu espaço à participação dos filiados, patrocinou referendos sobre questões polêmicas, atuou firma na atração de novos militantes, aumentou o rigor ético na seleção de candidatos, ‘saiu’ do Parlamento para discutir temas de interesse nacional em audiências públicas país afora e adotou uma nova linha de combate ao governo", enunciou Lavareda no artigo de Dora Kramer.

Para completar: "… passaram a se concentrar na cobrança da melhoria dos serviços públicos e procuraram capitalizar o desapontamento do eleitorado com as promessas não cumpridas pelos trabalhistas" ingleses.

Mas a preferência partidária varia muito dependendo da pessoa, conforme atesta Alberto Carlos Almeida. A identidade partidária ou simpatia por um pode condicionar o voto dos eleitores. Há uma diversidade de interesses rondando a vida partidária, além dos já elencados e não deveria continuar valendo dominar uma legenda, inclusive dos maiores partidos, para usá-la nos seus "negócios" políticos, fisiológicos, mercado eleitoral. Se nada for feito para sair desse lugar comum, tão óbvio à luz do dia, como segurar a evolução das partidas dos atuais partidos ?

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11 comentários em ““Chegados” e Partidos !”

  1. As políticas dos partidos são vazias e tem por objetivo o poder e não soluções para os problemas da população.

    Veja as políticas da comunidade:

    SOCIEDADE MELHORAMENTOS PRÓ-BAIRRO DO SABOÓ

    Santos, 19 de Maio de 2008.

    Exmo Sr.
    Marcus de Rosis Presidente da Câmara Municipal de Santos.

    A Diretoria da Sociedade de Melhoramentos Pró-bairro do Saboó, comparece a audiência pública realizada no dia 19 de Maio de 2008, as 10,00 horas, na sala “Princesa Isabel”, Praça Mauá s/nº Para apresentar propostas ao projeto de lei das Diretrizes Orçamentárias de 2009 e do Plano Plurianual.

    1 – Que o Poder Público promova Projetos Urbanísticos, em: Núcleos urbanos (irregulares, ocupações e de risco), vilas, bairros, cidades e regiões. Visando equacionar as questões de: habitação, ambiente, equipamentos institucionais e sociais, áreas públicas, drenagem, saneamento, arruamento e outras demandas de interesse público.

    Justificativa.

    Geralmente as intervenções públicas no encaminhamento de projetos de interesse público são feitas de forma isolada, não levando em conta as necessidades e os impactos que possam ocorrer na população.
    Exemplo: Se a habitação é prioridade de Governo em determinada região, todos os terrenos e (ou) áreas, são destinadas para projetos residenciais. Quando concluído esses projetos, outras questões se apresentam: Escolas, espaço público pára que a população possa exercer atividades (sociais, culturais, esportivas e outras de interesse comunitário), saneamento, drenagem, ambiente, bem estar, qualidade de vida, segurança, etc. Questões estas todas prejudicadas por falta de planejamento prévio – “Projeto Urbanístico”.

    2 – Valorizar, incentivar e orientar a participação popular nas audiências, conferências, seminários e outras reuniões de interesse público.

    3 – Aplicar o Estatuto da Cidade em benefício dos moradores da Vila Pantanal – bairro do Saboó.

    4 – garantir projetos de habitação com demandas pré-estabelecidas, visando atender: cortiços, favelas, áreas de risco e outras demandas semelhantes.

    5 – Elaborar e executar projetos residenciais e urbanização na Vila Pantanal, visando atender todos os moradores.

    6 – Elaborar leis ou fazer cumprir as já existentes, executar projetos que visem: estruturar, regulamentar e disciplinar o transporte de cargas perigosas, volumosas, pesadas e containeres, bem como atividades afins, na cidade de Santos e região.

    7 – Que a perimetral portuária transponha o Rio Lenheiros no Saboó, através de ponte a ser construída e não por aterro sobre manilhas.

    8 – Construir estacionamentos na zona portuária com toda a infra-estrutura, exemplo: hospedarias, oficinas, comércio, etc, visando atender toda a demanda do transporte de carga no porto de Santos e região.

    9 – Execução de projetos, obras e serviços, nos Sistemas hídricos dos Rios Furado e Lenheiros, visando acabar com as enchentes nos bairros do Saboó e Chico de Paula.

    10 – Manter os morros do Saboó, Chico de Paula e Santa Maria em lei de Proteção Ambiental.

    11 – Concluir saneamento básico no bairro do Saboó.

    12 – Que a população residente, próximo a fabricas e depósitos de produtos químicos e outros produtos perigosos, tenham conhecimento e orientação sobre os riscos que possam ocorrer.

    13 – Que o Poder Público crie cursos técnicos e profissionalizante na Zona Noroeste de Santos.

    14 – Que nas obras de gestão publica sejam priorizados empregos para trabalhadores residentes nos bairros locais ou próximos.

    15 – Que o Poder Público promova feiras para comércio de produtos comunitários e artesanato.

    16 – Que o Poder Público incentive cooperativas e (ou) associações populares a trabalharem com materiais recicláveis.

    17 – Elaborar projeto e ou estudo habitacional, social, de drenagem, de saneamento e de risco, devido a aproximação com grandes depósitos de produtos químicos, na Vila Alemoa, bairro Chico de Paula.

  2. “aumentou o rigor ético na seleção de candidatos, ‘saiu’ do Parlamento para discutir temas de interesse nacional…”

    É isso aí!
    Grd abç

  3. Clayton QuirinoMendes -Cirilo

    Prezado Raul!

    Parabéns pela analogia e por colocar em pauta esse assunto, o qual julgo de extrema urgência dentro do nosso partido. Vivemos um momento da história política do Brasil, em que os eleitores (o povo brasileiro) não pode nem ouvir falar de política, e menos ainda, de políticos. Creio que precisamos unir forças e mostrar que um partido forte se faz com pessoas fortes e compententes(isso nosso PSDB tem de sobra) e com atitudes realizadas a campo, perto do povo; pois estes não reconhecem as medidas que beneficiam o país a longo prazo (por exemplo o Plano Real). Portanto, acredito estarmos vivendo o momento exato (eleições 2008) para apresentar o diferencial dos tucanos e principalmente, que o PSDB tem um projeto de Brasil, e não um projeto de “Poder”. Bom, parafraseando o ilustre tucano Franco Montoro, me cabe dizer que Longe das benesses oficiais, mas perto do pulsar das ruas deve renascer o nosso Partido.

    Saudações tucanas e parabés pelo espaço!

    Clayton Quirino Mendes – Cirilo
    Eng. Agr. Esalq/USP
    Presidente da JPSDB-Piracicaba/SP

  4. Julio Penin

    Com certeza é hora de oxigenarmos o ninho tucano em novas idéias e concepções políticas, formulando alvissareiros caminhos em união com as aspirações e desejos do povo. Somente a saída de gabinetes e a participação integral com os movimentos populares podem dar ao tucanato uma identidade de unidade em ação. Passa também pelo trabalho conjunto com algumas forças progressistas que mantém a lucidez dentro do lulo petismo. Está o “Betão” que não me deixa mentir.

  5. Raul Virgilio

    “Meu partido…é um coração partido”…já dizia Cazuza

    Todos sabemos que para se chegar em algum lugar é preciso de alianças políticas, afinal só conheço uma pessoa que fez tudo sozinho, Deus e mesmo assim, para alguns é questionavel(não é o meu caso, antes que me chamem de ateu).

    Nosso país está um verdadeiro caos, sem educação, sem saúde, sem segurança e sem trabalho, estamos criando uma nova categoria de desempregados, os de luxo, com diploma de nível superior, que falam mais de duas línguas, tem pós graduação,

    e os empregos onde foram parar?

    O povo, antes acostumado a engolir tudo a prato feito, hoje com a velocidade de nossos meios de comunicação, podem até engolir, porém são capazes de saber discernir quem serve e quem não serve para lhes representarem, independente de qualquer vínculo.

    Está na hora de nossos representantes pararem para pensar no que realmente é bom para nosso país e não em alianças que servem para os manterem em seus empregos e cargos…

  6. Artigo fantástico! De fato, a qualidade dos nossos políticos é cada vez mais duvidosa. E os motivos ficam bastante claros na análise acima.
    Porém, para mim, o pior é que a cultura e a estrutura existentes nos partidos leva ao aniquilamento de possíveis lideranças. Os líderes sérios, preparados e, em especial, formadores de opinião e capazaes de manter agregados os integrantes do partido são cada vez mais raros.

  7. “Mudança e transformação, um artigo magnífico de Onira Paes de Barros, pantaneira, trata da falta de rumo do atual governo.
    Sua análise contém expressões que me chamaram a atenção, pois eu sempre observo determinada característica nas pessoas que, para mim, revela seus pensamentos e suas intenções. É o que se chama de espelho da alma, o olhar.
    A pantaneira comenta sobre a visão míope e curta do povo que vende seu voto, ou seja, o destino da Nação, em troca de migalhas.
    Outra observação importante é o fato de termos um presidente que olha exclusivamente para a ponta de seu nariz. Na minha modesta opinião, simplesmente como observadora, o olhar do nosso presidente é vazio, ele olha para o nada, nunca fita os olhos do interlocutor. Eu noto isso nas reportagens da TV, nas fotos dos jornais. Isso me passa a sensação de desprezo pelo próximo.
    Um terceiro comentário, talvez o mais importante, diz respeito as pessoas de visão, citando como exemplo o general Heleno, uma das poucas autoridades desse país que tem a coragem de lutar contra forças poderosas para defender a paz e a unidade do território nacional.
    Porém, eu acrescento um quarto olhar, o da frustração, decepção, desgosto. É um olhar de profundo abatimento, uma dor no fundo da alma. Esse era o olhar de Rubens Lara, do senador Jefferson Péres. Arthur da Távola, Ricardo Izar. Estes, infelizmente, não aguentaram tamanho sofrimento.
    A sociedade precisa apoiar os que estão apanhando, mas resistindo, como é o caso do senador Álvaro Dias, um político exemplar, cujo olhar denuncia sua tristeza. Por favor, senador, não desista.
    Esse sentimento de tristeza é maior porque o povo não reage, parece uma massa de zumbis, caminhando cegamente para o abismo.
    Ao cidadão comum, mas consciente, só resta acompanhar o noticiário, votar bem e se entregar as orações, pois há momentos que só conseguimos acreditar em milagres, quando não passam de ilusões.
    Raul,
    Voltando à realidade, textos como este que você escreveu nos iluminam com um raio de esperança.
    Aguardo ansiosamente que algum movimento desperte o povo para a reflexão e para a ação.

  8. Está mais do que na hora das pessoas honradas arregaçarem as mangas e se comprometerem com um trabalho de formiga.
    Quem dedica uma horinha da semana para realizar uma palestra, um trabalho voluntário ou, simplesmente, participar de algum evento popular, aprende a sentir amor pelas pessoas e a desenvolver o espírito de humildade.
    Aprende a se preocupar com as necessidades da população carente e, assim, perceber que eles são gratos com quem se preocupa com eles, seja lá quem for.
    Portanto, que sejam as melhores pessoas, os melhores profissionais, para não largar o povo nas mãos dos criminosos e dos maus políticos.
    Nada melhor do que o comportamento exemplar para demonstrar quem faz a diferença. O único referencial que o pessoal das periferias, dos morros e das áreas rurais têm é o do político malandro e esnobe, que engana e ilude, mas tem habilidade para conquistar a simpatia dessas pessoas.
    Mãos à obra!
    Contem comigo.

  9. Eu estou começando a ficar otimista e sentir alguma mudança no cenário político, pois, se o que falta é atitude, vamos à ação.
    Quando estamos esmorecendo, precisamos de uma injeção de ânimo, como aconteceu comigo ao ler seu texto. Brilhante!
    A minha preocupação, ultimamente, é com as divergências dentro de um partido como o PSDB, única esperança de tirar o país do atoleiro. Às vezes eu chego a pensar que vocês nem precisam de inimigos.
    Porém, eu tenho que reconhecer a grandeza de seus posicionamentos. Estamos acostumados com os falsos discursos democráticos de partidos que obrigam o pensamento único, através de cartilhas empurradas goela abaixo, e todos repetem, palavra por palavra, aquilo que é imposto.
    Por isso, eu acho que esse conflito deveria ser esclarecido e resolvido, visto que já se tornou público.

    Já não basta a língua afiada do presidente?

    O presidente PAULISTA faz questão de criar um clima hostil em todo o território nacional contra o nosso estado de São Paulo. Tentando atingir seus adversários, está, na verdade, provocando um clima de guerra com consequências perigosas.
    Por que será?

  10. Raul, excelente esse texto, mas fico me perguntando quando assisto o noticíario e leio em alguns jornais, no caso do PSDB, o provável envolvimento do Prefeito de Praia Grande, Alberto Mourão que é Coordenador do partido na região, envolvido até que prove o contrário, em denúncias de apropriação de desvio de verbas do BNDS, atraves de uma comissão para liberação desses recursos para eventuais obras.
    Não bastasse, vem o presidente Nacional a publíco, em entrevista na Agência do Estado datado de 30/05, dizer que o PT tem insegurança explícita ao proibir aliança política com os tucanos, quando então ,assistimos o Aécio Neves se bandeando para o lado dos petistas,juntamente com o Senador Tarso Jereisati, juntos com o Ciro gomes para então discutirem política, se prevalecer os entendimentos entre PSB, PT ed PSDB, o candidato a Vice Prefeito de Lacerda seria o Dep. Estadual Roberto de Carvalho do PT.
    Fico me perguntando que Democracia esse tipo de políticos e partidos querem adotar, ou será a velha política do é dando que se recebe, e a luta do poder pelo bem estar e as mordomias que desfrutam quando estão no poder?
    Com a palavra a direção Nacional, O dire3tório Paulista e Mineiro do PSDB, e uma justa resposta satisfatória a um filiado e membro suplente do Diretório Municipal de Santos, que muitas das vezes que pede a palavra, e em seguida questionado por alguns que já disseram conhecer o meu discurso. Meu discurso é de um cidadão honesto, trabalhador e pobre, que mora na periferia mais não se considera menos pior ou melhor que os que criticam a minha fala, e não me calarão, pois muito da minha indiginaçao com os políticos ,vem de alguns puxa-sacos de plantão, que ficam dando tapinhas nas costas de parlamentares e secretários para conseguir participar das mordomias do poder.
    Raul, conte sempre com o seu humilde amigo, mais que será seu amigo em qualquer momento,desde vque continue na margem desse tipo de escândalos.
    Abs. velho.

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